Seja bem-vindo
Arapiraca,02/09/2026

  • A +
  • A -

MP cobra regularização de repasses atrasados a abrigo que acolhe crianças em Tanque d’Arca

Promotoria deu prazo de dez dias úteis para município prestar esclarecimentos sobre pendência relacionada ao custeio do serviço

Redação
MP cobra regularização de repasses atrasados a abrigo que acolhe crianças em Tanque d’Arca Foto: Divulgação



O Ministério Público de Alagoas (MPAL) instaurou um procedimento para apurar e cobrar a regularização de repasses financeiros que estariam atrasados por parte da Prefeitura de Tanque d’Arca ao Abrigo Regional Caminho Legal, responsável pelo acolhimento institucional de crianças e adolescentes. A medida foi publicada no Diário Oficial do Ministério Público nesta quarta-feira (2).


A apuração está sob responsabilidade da promotora de Justiça Viviane Karla da Silva Farias, da Promotoria de Justiça de Anadia. O município foi notificado e deverá apresentar, no prazo de dez dias úteis e sem possibilidade de prorrogação, informações sobre a situação dos pagamentos.


De acordo com a portaria, a obrigação de custeio está prevista em um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em agosto de 2018. O compromisso foi posteriormente atualizado por meio de um termo aditivo assinado em 2025. Segundo o Ministério Público, apesar do acordo, há pendências relacionadas ao financiamento do serviço regionalizado de acolhimento.


A Promotoria pretende verificar se as obrigações assumidas pelo município estão sendo cumpridas e adotar as medidas necessárias para que os repasses sejam regularizados. Para instruir o procedimento, também foi determinada a inclusão do TAC original, de uma ata de reunião realizada em fevereiro de 2025, da relação dos participantes do encontro e do termo aditivo firmado no ano passado.


O procedimento teve origem em um ofício encaminhado pelo próprio município. Por isso, o Gabinete do Prefeito e a Procuradoria-Geral de Tanque d’Arca também serão comunicados sobre as providências adotadas pelo MPAL.


A publicação oficial não detalha o valor dos repasses em atraso, o período exato da inadimplência nem informa se a situação financeira provocou algum impacto no funcionamento ou no atendimento oferecido pelo abrigo.


O procedimento terá duração inicial de um ano e poderá ser prorrogado, caso seja necessário para a conclusão das providências adotadas pelo Ministério Público.





.




COMENTÁRIOS

Buscar

Alterar Local

Anuncie Aqui

Escolha abaixo onde deseja anunciar.

Efetue o Login

Baixe o Nosso Aplicativo!

Tenha todas as novidades na palma da sua mão.