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Arapiraca,09/10/2026

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Advogada envolvida em confusão no Fórum de Maceió responde a oito processos criminais e está suspensa pela OAB

Caso envolvendo duas oficiais de Justiça provocou reação de entidades do Judiciário; advogada foi retirada do prédio com acompanhamento policial.

Redação
Advogada envolvida em confusão no Fórum de Maceió responde a oito processos criminais e está suspensa pela OAB Foto: Divulgação


A confusão protagonizada pela advogada Adriana Mangabeira no Fórum do Barro Duro, em Maceió, trouxe à tona o histórico de processos judiciais enfrentados por ela em Alagoas. Segundo informações divulgadas pela Associação Alagoana de Magistrados (Almagis), a profissional responde a mais de dez ações na Justiça estadual, sendo pelo menos oito de natureza criminal. Ela também cumpre suspensão do exercício da advocacia aplicada pela Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas (OAB/AL).


O episódio ocorreu na quinta-feira (8), durante uma situação envolvendo duas oficiais de Justiça que tentavam entregar intimações. Conforme os relatos divulgados, a advogada reagiu de forma hostil, retirou documentos das mãos das servidoras e jogou os papéis no chão. Durante a discussão, também fez acusações contra um integrante do Poder Judiciário.


A ocorrência foi registrada em vídeos feitos por pessoas que estavam no fórum. Nas imagens, Adriana afirma estar sendo perseguida pelo desembargador Tutmés Airan, do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL). Após o tumulto, ela deixou o prédio acompanhada por policiais.


A repercussão levou a Almagis a divulgar uma nota de repúdio, na qual condenou o episódio e informou que adotará as medidas legais cabíveis. A entidade destacou a gravidade dos fatos relatados e a necessidade de preservar o respeito às instituições da Justiça.


O Sindicato dos Oficiais de Justiça de Alagoas (Sindojus/AL) também reagiu. A organização manifestou solidariedade às servidoras envolvidas e anunciou que buscará medidas administrativas e judiciais em defesa da categoria.


Procurado para esclarecer os encaminhamentos relacionados ao caso, o Tribunal de Justiça de Alagoas informou, por meio da assessoria de comunicação, que não irá se pronunciar sobre o episódio.





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