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Arapiraca,12/04/2026

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Endividamento atinge 80,4% das famílias e bate novo recorde, diz CNC

Divulgado nesta terça-feira (7), o índice avançou 0,2 ponto percentual em relação a fevereiro

G1
Endividamento atinge 80,4% das famílias e bate novo recorde, diz CNC Endividamento das famílias bate novo recorde — Foto: JN

O percentual de famílias brasileiras endividadas atingiu 80,4% em março, maior nível da série histórica da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Divulgado nesta terça-feira (7), o índice avançou 0,2 ponto percentual em relação a fevereiro, quando 80,2% das famílias estavam nessa condição. Na comparação com março do ano passado, quando a taxa era de 77,1%, houve alta de 3,3 pontos percentuais.

O percentual de famílias brasileiras endividadas atingiu 80,4% em março, maior nível da série histórica da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Divulgado nesta terça-feira (7), o índice avançou 0,2 ponto percentual em relação a fevereiro, quando 80,2% das famílias estavam nessa condição. Na comparação com março do ano passado, quando a taxa era de 77,1%, houve alta de 3,3 pontos percentuais.

A CNC afirmou que os números acendem um alerta para os próximos meses, especialmente diante dos efeitos do conflito no Oriente Médio e do impacto da alta do petróleo sobre o bolso do consumidor. Nesse contexto, o governo planeja adotar medidas para socorrer as famílias endividadas. (leia mais abaixo)

"O cenário já é reconhecido pelo governo federal como um problema que precisa de solução imediata, enquanto a CNC destaca que o endividamento continuará avançando até os efeitos da flexibilização da política monetária chegarem efetivamente ao consumidor final", diz, em nota, a entidade.

🔎 O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BC) reduziu, em março, a taxa básica de juros do país, a Selic, de 15% para 14,75% ao ano. A mudança, no entanto, leva meses para surtir efeitos na economia. Além disso, a taxa permanece em patamar elevado, o que encarece o custo do crédito e tende a elevar o endividamento das famílias.

“A elevada taxa Selic é, há meses, um desafio para quem empreende e para quem consome”, afirma José Roberto Tadros, presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac.
“A redução gradativa dos juros começou, mas ainda vemos um aumento do nível de famílias endividadas, pois levaremos meses até que o alívio do aperto monetário faça efeito”, completa.

Em nota, a CNC declarou que, além dos juros elevados, a alta dos preços do diesel e de outros combustíveis tem ampliado as incertezas sobre a inflação.

🔎 O encarecimento do transporte eleva os custos das empresas, que tendem a repassar esses aumentos aos preços, afirmou a entidade. Com isso, há redução do poder de compra e maior uso de crédito pelas famílias para despesas básicas, acrescentou.




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