Guipa cobra celeridade em investigação de estupro em Coité do Nóia
Apresentador utilizou redes sociais para questionar o governador de Alagoas sobre a demora na prisão de suspeito e a eficácia do inquérito
Foto: Reprodução O influenciador e apresentador Guilherme Pallesi, conhecido publicamente como Guipa, dirigiu críticas diretas ao governador de Alagoas, Paulo Dantas (MDB), em relação à condução de uma investigação de estupro ocorrida no município de Coité do Nóia. Através de suas plataformas digitais, o comunicador cobrou respostas sobre a morosidade do sistema de segurança pública e a ausência de um desfecho para o caso.
Guipa manifestou indignação com o fato de o suspeito do crime ainda não ter sido detido, apesar do tempo decorrido desde a denúncia. O apresentador questionou a estrutura de investigação no interior do estado, sugerindo que a distância da capital, Maceió, estaria contribuindo para a impunidade.
"Cobro aqui o governador Paulo Dantas. Onde está a resposta para esse caso de estupro em Coité do Nóia? A justiça não chega ao interior?", indagou o apresentador em sua manifestação, que rapidamente repercutiu entre seguidores e moradores da região.
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O caso em questão tramita na jurisdição local, mas a falta de atualizações concretas sobre a prisão do acusado tem gerado pressão sobre a Secretaria de Segurança Pública (SSP-AL). A crítica central reside na disparidade entre a gravidade do crime e a velocidade das diligências policiais na zona rural e em cidades de pequeno porte.
Até o momento, o Palácio República dos Palmares não emitiu uma nota oficial em resposta direta aos questionamentos do influenciador. A Polícia Civil de Alagoas também não detalhou o estágio atual do inquérito, alegando, em protocolos de praxe, o sigilo necessário para investigações dessa natureza.
Histórico de Segurança
A segurança pública em Alagoas tem sido um dos pontos de maior debate na gestão Dantas.
Embora o governo apresente indicadores de redução de crimes violentos letais intencionais, casos de violência sexual e a atuação da polícia no interior do estado continuam sendo alvos frequentes de monitoramento por parte de órgãos de defesa dos direitos humanos e da sociedade civil.




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