ALE discute destino de áreas afetadas pela mineração de sal-gema em Maceió
Foto: Divulgação O futuro das áreas impactadas pela mineração de sal-gema em Maceió voltou a ser tema de debate na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE). A discussão envolve a possibilidade de criação de uma unidade de conservação ambiental nas regiões atingidas.
O deputado estadual Francisco Tenório informou, nesta terça-feira (12), que será realizada uma audiência pública no dia 1º de junho para ampliar o debate sobre a proposta. A intenção é ouvir especialistas, representantes da sociedade civil e moradores das áreas afetadas.
De acordo com a proposta em discussão no parlamento, os terrenos impactados passariam a ser de domínio do Estado, com a criação de uma reserva ambiental voltada à recuperação dos ecossistemas degradados. O espaço também poderá ser utilizado para atividades de pesquisa científica e educação ambiental.
A gestão da futura área seria compartilhada, segundo o projeto, por meio de um conselho formado por representantes do poder público, organizações ambientais e comunidades locais. O objetivo é garantir participação social na administração do território.
Durante pronunciamento na ALE, Francisco Tenório destacou que o tema ainda será amplamente debatido antes de seguir para votação em plenário, reforçando a necessidade de uma destinação sustentável para o passivo ambiental deixado na capital alagoana.
Além da pauta ambiental, o parlamentar também comentou a chegada de projetos de lei enviados pelo Governo do Estado relacionados à Polícia Militar e ao Corpo de Bombeiros. As propostas buscam adequar a legislação estadual à nova Lei Orgânica Nacional dos Militares (Lei nº 14.751/2023).
As mudanças previstas tratam da estrutura das corporações, incluindo regras de ingresso, organização do efetivo e critérios de progressão na carreira. Segundo o deputado, as medidas têm como objetivo modernizar as instituições e dar mais segurança jurídica aos profissionais da segurança pública.




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