Justiça prorroga prisão de professor investigado por estupro de vulnerável em Murici
Foto: Divulgação A Justiça de Alagoas decidiu prorrogar por mais 30 dias a prisão temporária de um professor da rede municipal de ensino investigado por suspeita de estupro de vulnerável no município de Murici.
A decisão foi assinada pela juíza Paula de Goes Brito Pontes, após solicitação do Ministério Público de Alagoas (MPAL), que apontou a necessidade de continuidade da medida para garantir o andamento das investigações e evitar qualquer interferência na coleta de depoimentos e demais provas.
O caso é apurado por meio de um Procedimento Investigatório Criminal (PIC), que investiga a suspeita de que o educador teria se aproveitado da função para cometer abusos contra alunas em situação de vulnerabilidade.
Segundo informações do Ministério Público, o investigado foi preso inicialmente em 16 de abril. No dia seguinte, a prisão foi convertida em preventiva durante audiência de custódia. Posteriormente, em 29 de abril, uma decisão monocrática do Tribunal de Justiça de Alagoas chegou a revogar a prisão, permitindo que ele respondesse em liberdade.
Dias depois, em 7 de maio, o Pleno do TJAL reverteu a decisão e determinou o retorno do suspeito ao sistema prisional.
Com o novo pedido apresentado pelo Ministério Público, a Justiça entendeu pela necessidade de prorrogar a prisão temporária, mantendo o investigado custodiado enquanto o inquérito segue em andamento.
O MPAL informou que as investigações continuam sob sigilo, medida adotada para preservar a identidade das vítimas e de suas famílias, além de garantir a efetividade das apurações.
As promotorias envolvidas reforçaram que seguem atuando para o completo esclarecimento dos fatos e eventual responsabilização do investigado.




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