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Arapiraca,04/09/2026

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MPAL investiga possível acúmulo de cargos e parentesco em contratação na Saúde

Procedimento foi aberto após denúncia e busca esclarecer se servidora exerceu duas funções públicas e tinha ligação familiar com secretário da pasta

Redação
MPAL investiga possível acúmulo de cargos e parentesco em contratação na Saúde Foto: Divulgação



O Ministério Público de Alagoas (MPAL) abriu procedimento para investigar uma denúncia envolvendo a contratação de uma servidora da área da Saúde. A apuração busca esclarecer se a funcionária teria ocupado dois cargos públicos simultaneamente e se possuía parentesco com o então secretário municipal de Saúde, em 2025.


O caso está sendo conduzido pela 2ª Promotoria de Justiça de Rio Largo, sob responsabilidade da promotora Louise Maria Teixeira da Silva. A abertura do procedimento foi publicada nesta sexta-feira (4) no Diário Oficial do Ministério Público de Alagoas.


Como primeira medida, a Promotoria determinou que o município apresente informações sobre os vínculos funcionais da servidora. O MP quer identificar quais cargos foram ocupados e confirmar se havia relação de parentesco com o secretário citado na denúncia.


A investigação também deverá verificar as condições em que os cargos eram exercidos, especialmente os horários de trabalho. A análise poderá esclarecer se havia compatibilidade entre as jornadas e se existem indícios de alguma irregularidade na contratação ou no exercício das funções.


A identidade completa da servidora não foi divulgada. Na portaria, ela aparece apenas pelas iniciais. O documento também não informa quais eram os cargos, em quais unidades de Saúde ela atuava nem os horários correspondentes.


A publicação também não identifica de forma expressa o município responsável pela contratação. Embora a apuração esteja sob a 2ª Promotoria de Justiça de Rio Largo, isso não significa, necessariamente, que o caso tenha ocorrido na Prefeitura de Rio Largo.


O procedimento ainda está em fase preliminar. Neste momento, o MPAL busca reunir informações para confirmar ou descartar as suspeitas apresentadas na denúncia. Não há, até agora, conclusão de que tenha ocorrido acúmulo ilegal de cargos, nepotismo ou favorecimento, nem responsabilização dos envolvidos.






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