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Arapiraca,27/04/2026

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MPAL denuncia 16 pessoas por suposta organização criminosa dentro da Câmara de Maceió

Investigação aponta desvio de recursos públicos e uso de “rachadinha” no Legislativo da capital

Redação
MPAL denuncia 16 pessoas por suposta organização criminosa dentro da Câmara de Maceió Denúncia do MPAL transforma 16 investigados em réus por suposto esquema milionário dentro da Câmara de Maceió. Foto: Divulgação

O Ministério Público de Alagoas (MPAL) denunciou 16 pessoas por suspeita de integrar uma organização criminosa que teria atuado dentro da Câmara Municipal de Maceió. De acordo com a acusação, o grupo seria liderado por um vereador da capital e estaria envolvido em um esquema que inclui desvio de salários de servidores, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica eleitoral e uso indevido de recursos de campanha.

A denúncia foi aceita pela Justiça Eleitoral, e os investigados passaram à condição de réus no processo. Segundo o Ministério Público, o esquema teria funcionado de forma contínua entre os anos de 2018 e 2025, com estrutura organizada para movimentação e ocultação de valores.

As investigações foram conduzidas com apoio da Polícia Federal e reuniram dados bancários, quebras de sigilo, análise de celulares, documentos apreendidos e registros financeiros. Conforme o material levantado, o grupo teria utilizado contas de terceiros, saques fracionados e transferências bancárias para dificultar o rastreamento do dinheiro.

Ainda segundo a acusação, os valores movimentados ultrapassariam R$ 2,8 milhões, sendo parte deles destinados a despesas pessoais, pagamento de veículos, aluguel e custos eleitorais que não teriam sido declarados oficialmente.

O Ministério Público também aponta que as possíveis penas somadas podem ultrapassar 7 mil anos de prisão, considerando todos os crimes atribuídos e a participação individual de cada réu. As punições variam de acordo com o grau de envolvimento de cada investigado no suposto esquema.

O órgão ressalta que a denúncia foi apresentada com base em elementos considerados consistentes ao longo da investigação, mas reforça que o processo agora segue para a fase judicial, onde os acusados terão direito à ampla defesa e ao contraditório.




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