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Arapiraca,15/03/2026

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Severino Angelino / Saúde Mental

A Síndrome da Criança Eterna

Existem pessoas que cresceram no corpo, mas não no amadurecimento emocional.

Por Severino Angelino
A Síndrome da Criança Eterna Foto: Reprodução Telavita

Existem pessoas que cresceram no corpo, mas não no amadurecimento emocional. São adultos que evitam responsabilidades, têm dificuldade em lidar com frustrações e esperam que alguém resolva seus problemas por eles.

A chamada Síndrome da Criança Eterna aparece quando o indivíduo permanece preso a uma postura infantil diante da vida. Ele deseja os prazeres da liberdade adulta, mas foge das responsabilidades que acompanham essa liberdade.

Um exemplo comum é o adulto que sempre culpa os outros por suas dificuldades. Se perde um emprego, a culpa é do chefe. Se um relacionamento termina, a culpa é do parceiro. Raramente olha para si mesmo para assumir sua parte nas situações.

Outro exemplo é aquele que, mesmo adulto, evita tomar decisões importantes e espera que os pais ou outras pessoas resolvam sua vida financeira, emocional ou profissional.

Muitas vezes, essa postura nasce de uma infância marcada por superproteção ou por feridas emocionais que impediram o desenvolvimento da autonomia.

Crescer não significa perder a leveza da criança interior.

Significa aprender a assumir responsabilidades, lidar com frustrações e construir a própria história.

A maturidade começa quando deixamos de esperar que o mundo cuide de nós e passamos a cuidar da própria vida.

Amadurecer é um ato de coragem — e também de responsabilidade



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