TSE rebate Flávio Bolsonaro e afirma que fiscais do PL não foram expulsos durante apuração
Tribunal diz que registros e imagens comprovam a presença de representantes do partido em áreas destinadas ao acompanhamento da totalização dos votos
Foto: Divulgação O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contestou, nesta segunda-feira (26), a acusação de Flávio Bolsonaro (PL) de que fiscais do partido teriam sido expulsos da sala-cofre durante a apuração das eleições presidenciais. Em esclarecimento oficial, a Corte afirmou que dois representantes da sigla acompanharam procedimentos eleitorais e tiveram acesso a espaços autorizados no edifício-sede, em Brasília.
Segundo o TSE, a sala-cofre não é aberta à visitação. O tribunal explicou que o acompanhamento da totalização dos votos ocorre em áreas próprias, como a Sala de Totalização, onde fiscais partidários, observadores internacionais, advogados e integrantes do Ministério Público podem acompanhar a divulgação dos resultados.
A Corte informou que os dois representantes do PL estiveram no Teste de Integridade das Urnas, realizado no subsolo do prédio, e também visitaram a Sala de Totalização e a Sala dos Partidos Políticos, no quinto andar. De acordo com o comunicado, registros de presença e imagens demonstram que os fiscais tiveram acesso a esses ambientes.
A nota foi divulgada após Flávio Bolsonaro questionar a condução do processo eleitoral e afirmar que não reconheceria a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito presidente. Durante o pronunciamento, o candidato também mencionou a decisão que ampliou o horário de votação em todo o país.
A prorrogação até as 19h foi determinada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), após pedidos apresentados tanto pela coligação de apoio a Lula quanto pela candidatura de Flávio Bolsonaro. Os dois grupos solicitaram a extensão do horário ao TSE.




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